O WILD Teaser do cliente, alojado por nós, sem YouTube nenhum. Master de 3840x2160 com 30,0s, cortado aos 27s para deixar de fora o cartão XCLUSIVE EVENTS + RETICÊNCIAS PRODUÇÕES, e servido a 1920x1080 com 5,88 MB.
O vídeo do YouTube morreu porque a conta criada para o upload foi suspensa, e a suspensão levou o canal e o vídeo. O master estava na máquina do Tiago.
A receita antiga dizia 720p, mas isso vinha de quando o vídeo era do YouTube. Num hero de 2545px de largura, 720p é esticado 2,0x, ou seja pior do que o 1,80x do MP4 que o cliente reprovou por falta de qualidade. Medido: 720p em CRF 30 dá 5,93 MB e 1080p em CRF 36 dá 5,88 MB. Mesmo peso, o dobro dos pixéis, e a comparação lado a lado no mesmo fotograma mostra a diferença nas caras e nos fatos.
| YouTube (v2) | Em casa (v3) | |
|---|---|---|
| JavaScript do hero | 312 linhas | 108 linhas |
| Leitores em simultâneo | 2 | 1 |
| Barras de play no ecrã | escondidas com truque | não existem |
| Corte de 90px à volta | obrigatório | desnecessário |
| Salto na volta | corte de 26s para 4,6s | loop, sem salto |
| Pedido ao Google | antes do banner de cookies | nenhum |
| Depende de conta de terceiros | sim, e foi isso que partiu | não |
O vídeo entra por cima da fotografia e a fotografia fica. Se o ficheiro falhar,
se o autoplay for recusado ou se o visitante tiver pedido menos movimento, vê-se o hero de
sempre e não fica buraco. O js/scrub.js não foi tocado, portanto a marca do
header continua a acender como acendia. O src só é posto depois do
load, para não competir com a fotografia, que é o LCP.